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histórico

 
Chegada ao Brasil

  • " Início das operações do Grupo EDP no Brasil, com a aquisição de uma participação minoritária na Cerj (hoje Ampla).


 
Geração

  • " O Grupo EDP assume 25% da hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães (Lajeado), no Tocantins, realizando assim seu primeiro investimento na área de geração no país.
 
  • Aquisição do controle da Bandeirante Energia, em conjunto com a CPFL, no âmbito do processo de desestatização do setor elétrico paulista.
 
  • Aquisição de participação direta e indireta na Iven, veículo controlador da Escelsa e da Enersul.
 
Fortalecimento do portfolio

  • - Criação da EDP Brasil.


  • - Início da construção da termelétrica Fafen, no pólo petroquímico de Camaçari (BA), em parceria com a Petrobras.
 
Novas aquisições

  • - Aquisição, em leilão, da concessão para construir a usina de Peixe Angical (TO), com potência de 452 MW.


  • - Cisão da Bandeirante Energia, com a saída da CPFL do capital social da empresa, que passa a ser controlada unicamente pela Energias do Brasil.
 
A todo vapor

  • Hidrelétrica Lajeado entra em operação plena, com potência de 902,5 MW.
 
Reorganização

  • - Retomada das obras de Peixe Angical, que passa a ter Furnas como sócia (40%) na Enerpeixe, com financiamento do BNDES e de um pool de bancos.


  • - Como primeiro passo de sua reestruturação societária, a então EDP Brasil passa a deter o controle direto da Iven S.A. e, conseqüentemente, da Escelsa e da Enersul.
 
Desenvolvimento constante

  • - Começa o Programa Eficiência, projeto de sinergias nas distribuidoras.


  • - Segunda fase da reestruturação societária, que prepara a migração dos acionistas minoritários das distribuidoras.


  • - Venda da participação na Fafen para a Petrobras, como efeito da ausência de um ambiente regulatório adequado para as usinas termelétricas.
 
Expansão

  • - Lançamento da identidade visual baseada no sorriso, em consonância com o acionista controlador em Portugal, e mudança do nome da empresa para Energias do Brasil.
  • - Conclusão do processo de reestruturação societária.
  • - Desverticalização dos ativos, com a segregação dos negócios de geração e distribuição. Abertura do capital da companhia com oferta pública de ações no Novo Mercado da Bovespa e capitalização das dívidas em dólar da Escelsa, em uma operação de quase R$ 1,2 bilhão, a maior do gênero no ano.
 
Aproveitamento hidrelétrico

  • - Conclusão das obras do aproveitamento hidrelétrico Peixe Angical, no Estado de Tocantins. O primeiro conjunto gerador da usina entrou em operação no mês de junho. A terceira e última turbina começou a funcionar em setembro, totalizando 472 MW de capacidade instalada.


  • - Iniciada em outubro, a operação comercial da quarta máquina da hidrelétrica Mascarenhas, no Espírito Santo, adicionou 50 MW de capacidade instalada à usina.


  • - Ações da Energias do Brasil ingressam no ISE, o Índice de Sustentabilidade Empresarial, da Bovespa.
 
Lançamentos

  • - Lançamento do projeto Letras de Luz.


  • - A Energias do Brasil adquire a usina termelétrica Pecém, no Maranhão, em parceria com a MPX Mineração. Cada empresa detém 50% do empreendimento. A usina, que representa um investimento de US$ 1,3 bilhão, resultará num aumento de 35% na capacidade instalada do grupo, que no mesmo ano inaugura a PCH São João (29 MW) e lança a pedra fundamental da PCH Santa Fé (25 MW), ambas no Espírito Santo.

 


  • - EDP Energias do Brasil e EDP Renováveis criam subsidiária e acordam 1º investimento eólico no país.


  • - Grupo EDP firma uma parceria estratégica com a Cemig para implantação de 500 MW em Minas Gerais e Espírito Santo

  • - EDP e MPX firmam acordo para expansão da base do projeto da Usina Termelétrica Porto do Pecém, localizada no Estado do Ceará.

  • - EDP Energias do Brasil fecha parceria com a Turma do Bem, organização não-governamental que, por meio do projeto Dentista do Bem, reúne cirurgiões-dentistas dispostos a oferecer atendimento gratuito a crianças carentes da rede pública de todo o Brasil.

  • - EDP Energias do Brasil conclui troca de ativos com Grupo Rede adicionando 653 MW à sua capacidade instalada, ao assumir 73% do capital votante da Investco, empresa que opera a Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães (Lajeado), localizada no Rio Tocantins, e, cede ao Grupo Rede a distribuidora Enersul.

  • - EDP Energias do Brasil foi escolhida como uma das 20 empresas-modelo em responsabilidade corporativa, pelo Guia Exame de Sustentabilidade.





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